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  <title>Blogue Educacional do Zoomarine</title>
  <subtitle>A marcar o universo da Educação Ambiental em Portugal, esta ferramenta pedagógica abre, diariamente, uma janela para o conhecimento, com factos e curiosidades do mundo natural.</subtitle>
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    <name>Dept. Educacional do Zoomarine</name>
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  <updated>2012-05-16T23:00:40Z</updated>
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    <issued>2012-05-17T00:00:40</issued>
    <title>O DE do ZM Recomenda</title>
    <published>2011-12-02T11:56:32Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:56:32Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Small Is Beautiful: Economics as if People Mattered &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Com um título profundamente sugestivo, “&lt;a href="http://www.goodreads.com/book/show/1117634.Small_Is_Beautiful" target="_blank"&gt;Small Is Beautiful: Economics as if People Mattered&lt;/a&gt;”, da autoria do economista de Oxford E. F. Schumacher, é uma chamada de atenção para o final de consumo excessivo tão característico da sociedade ocidental. O autor inspirou movimentos como o "Comprar localmente" e "Fair Trade", enquanto expressou forte oposição ao "capitalismo de casino" e desperdício dos gigantes corporativos. Nomeado pelo &lt;em&gt;Times Literary Supplement&lt;/em&gt; como um dos 100 livros mais influentes desde a Segunda Grande Guerra, “Small Is Beautiful” apresenta argumentos lógicos para a construção das economias em torno das necessidades das comunidades, e não das corporações.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-16T00:00:00</issued>
    <title>Um Autor Convidado</title>
    <published>2012-05-14T11:52:15Z</published>
    <updated>2012-05-14T11:52:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Terapia do Pulmão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tiago Lopes, biólogo marinho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta semana tive a infelicidade de, por motivos pessoais, ter de conduzir em Lisboa. Nas principais artérias da selva urbana é possível observar em pleno esplendor o ser humano no mais puro “estado selvagem”. Ninguém esboça sorrisos, todos se empurram para chegar primeiro, lutam por um lugar no estacionamento, etc. Ao conduzir em Lisboa sente-se um misto de poluição, competição e stress. Este sentimento é bastante contagiante e confesso que mesmo antes de voltar ao meu “habitat de origem” (a lezíria do vale do Tejo) já buzinava e gesticulava sempre que alguém se distraía na sua condução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que me valeu foi que à minha espera estava uma terapia de choque, conhecida por estrada do campo. É uma estrada agrícola que é alternativa ao trânsito da famosa reta do cabo. A maior parte do percurso é feita no concelho de Benavente, que se auto-entitula, a meu ver com mérito total, o pulmão de Lisboa. A sua localização, mesmo junto ao estuário do rio Tejo, favorece a presença de uma avifauna muito rica e diversa. Podemos observar muitas espécies de passeriformes, aves de rapina e também de aves limícolas, visto que os terrenos enlameados e os arrozais abundam nesta zona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Na minha viagem terapêutica avistei muitos passeriformes de cores e tamanhos diferentes que, salvo raras exceções, não consegui identificar. Sempre que passei num arrozal dei de caras com dezenas de garças-boieiras (&lt;a href="http://www.arkive.org/cattle-egret/bubulcus-ibis/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Bubulcus ibis&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;) que contrastavam com as íbis-pretas (&lt;a href="http://www.arkive.org/glossy-ibis/plegadis-falcinellus/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Plegadis falcinellus&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;). Entre esses arrozais consegui ainda vislumbrar o que me pareceu uma águia-de-asa-redonda (&lt;a href="http://www.arkive.org/common-buzzard/buteo-buteo/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Buteo buteo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;) e também um falcão-peneireiro (&lt;a href="http://www.arkive.org/kestrel/falco-tinnunculus/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Falco tinnunculus&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quando pensava que a minha terapia tinha terminado, ainda consegui observar mais de uma dezena de cegonhas (&lt;a href="http://www.arkive.org/white-stork/ciconia-ciconia/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Ciconia ciconia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;) em pleno voo no Paul de Magos e um casal de poupas (&lt;a href="http://www.arkive.org/eurasian-hoopoe/upupa-epops/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Upupa epops&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;), que embora sejam muito comuns, nunca passam despercebidas devido à sua beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A Natureza pode influir imenso no nosso bem-estar, basta observá-la e tentarmos compreendê-la. Desafio o leitor a fazer uma pequena pesquisa neste site (&lt;a href="http://www.avesdeportugal.info/" target="_blank"&gt;aves de Portugal&lt;/a&gt;) e ver qual o sítio mais adequado para realizar uma visita de campo na sua zona de residência. Estou seguro que se surpreenderá!&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-15T00:00:09</issued>
    <title>Teia da Vida</title>
    <published>2011-12-02T11:55:38Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:55:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Relatado em algumas espécies de crocodilídeos (grupo que inclui os crocodilos, jacarés e gavial), a caça cooperativa é uma realidade. Para aumentar a probabilidade de captura de alimento, grupos de crocodilídeos juntam-se em zonas específicas de rios e, em conjunto, empurram e aprisionam peixes e outros animais que depois servirão de alimento para estes grandes répteis.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-14T00:00:25</issued>
    <title>Facto ou Ficção</title>
    <published>2011-12-02T11:54:57Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:54:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A diferença entre um crocodilo e um jacaré reside no facto dos primeiros tolerarem águas salgadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Resposta à afirmação do dia 2012/05/07&lt;/span&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Ficção. Os crocodilos, como répteis, não habitam regiões frias do planeta. Assim, crocodilos só são encontrados nas regiões tropicais e subtropicais, principalmente no hemisfério Sul. Habitam preferencialmente rios, lagos e pântanos.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-13T00:00:21</issued>
    <title>Ao Sabor da Corrente</title>
    <published>2011-12-06T14:43:55Z</published>
    <updated>2011-12-06T14:43:55Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;Riscas, para que te quero&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;As doninhas-fedorentas são conhecidas pelo seu mau cheiro mas podem ser perfeitamente identificadas à distância pelo padrão preto e branco e pela sua anatomia distintiva. Mais do que simplesmente fugir ao potencial ataque mal cheiroso de uma doninha, muitos predadores recorrem à identificação prévia das suas características corporais que dizem “mantém-te afastado”...&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Um estudo recente comprovou esta mesma teoria, na qual doninhas-fedorentas e raposas-cinzentas embalsamadas foram colocadas em várias regiões da California onde as primeiras eram comuns ou incomuns. Algumas doninhas-fedorentas foram também pintadas de cinzento, aproximando-se ao padrão das raposas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Nas regiões onde as doninhas-fedorentas não eram comuns, os predadores aproximaram-se e, sem distinção, interagiram com os animais embalsamados. Nas regiões em que as doninhas-fedorentas eram comuns, os predadores não se aproximaram de qualquer animal que apresentasse parecenças com as primeiras (fossem elas de cor ou anatómicas).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Os resultados sugerem uma muito mais forte componente de aprendizagem na identificação de presas que era reconhecida até à data. Destacou ainda a importância das características anatómicas como a forma do corpo relativamente à coloração, na seleção de presas. Estudos anteriores, maioritariamente conduzidos em laboratório, afirmavam que os animais apresentariam uma tendência natural para evitar presas com cores vistosas ou multicoloridas.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-12T00:00:23</issued>
    <title>Impressão Digital</title>
    <published>2011-12-02T11:54:23Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:54:23Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;Sem os olhos em bico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;O jacaré-da-China (&lt;a href="http://crocodilian.com/cnhc/csp_asin.htm" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Alligator sinensis&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;) é um dos menores crocodilianos (um grupo que também inclui os crocodilos, jacarés e o gavial) e uma das espécies mais ameaçadas de extinção. Mede, em média, cerca de 2 metros e pesa “apenas” 40kg.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;O corpo atarracado é coberto por escamas duras na região posterior e escamas mais macias nas regiões laterais e no ventre, e tem uma cor verde escura / preta. Além do seu tamanho mais reduzido, o jacaré-da-China pode ser distinguido do seu parente americano (&lt;em&gt;Alligator mississippiensis&lt;/em&gt;) pelo focinho ligeiramente arrebitado, cónico e pelas placas ósseas em cada pálpebra superior.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-11T00:00:36</issued>
    <title>Os Números da Biologia</title>
    <published>2011-12-02T11:53:20Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:53:20Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;O mais pequeno crocodilo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O menor crocodilo atualmente existente é o crocodilo-anão (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/15635/0" target="_blank"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;em&gt;Osteolaemus tetraspis&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;), que habita regiões do centro de África. Tem um comprimento máximo de 1,9 m e tem uma ecologia mais terrestres do que a maioria dos restantes crocodilos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-10T00:00:49</issued>
    <title>O DE do ZM Recomenda</title>
    <published>2011-12-02T11:52:22Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:52:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Harvest for Hope: A Guide to Mindful Eating&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Neste provocante e encorajador &lt;a href="http://www.goodreads.com/book/show/101098.Harvest_for_Hope" target="_blank"&gt;livro&lt;/a&gt;, Jane Goodall soa um toque de alarme para a sociedade ocidental, encorajando-nos a um olhar crítico para a comida que produzimos e consumimos, mostrando como é fácil criar a mudança. Fomentando a esperança através da sua visão, a autora argumenta convincentemente que cada indivíduo pode fazer a diferença, contribuindo para uma sociedade sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Brilhante e irrepreensivelmente otimista, “Harvesting for Hope” é uma das obras mais importantes da nossa época.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-09T00:00:42</issued>
    <title>Um Autor Convidado</title>
    <published>2012-05-08T15:44:50Z</published>
    <updated>2012-05-08T15:44:50Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;Simples, mas belo &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Cláudia Vilaça, estudante de biologia&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A crescente curiosidade pelo que me rodeia, nomeadamente os Oceanos, seus habitantes, seus processos e fenómenos, várias vezes conduz-me a navegar nos motores de busca da internet à procura de ser agradavelmente surpreendida com algo novo, ou algo cuja beleza e importância me desperte a atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Há algum tempo, encontrei um testemunho de &lt;a href="http://www.ted.com/talks/sylvia_earle_s_ted_prize_wish_to_protect_our_oceans.html" target="_blank"&gt;Sylvia Earle&lt;/a&gt;, investigadora do meio marinho conhecida em todo mundo, a qual transmite o fascínio pelos Oceanos de forma clara, simples e atrevo-me a dizer, contagiante em que a experiência e o conhecimento in situ de muitos anos associa-se à habilidade subtil de passar a palavra de forma tão translúcida. Numa apresentação de 19 minutos, leva-nos numa viagem pela globalidade dos ecossistemas marinhos, sua situação ambiental e sua importância à escala planetária. Descreve efeitos do impacto antropogénico e de forma muito positiva, remata com o apelo à mudança de atitude como a via para recuperar o que ainda é possível ser recuperado, vincando uma postura profundamente educativa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A determinada altura refere que a maior parte do oxigénio na atmosfera é gerado no mar, e aqui vamos de encontro ao simples. Em oposição aos organismos mais complexos e maiores, os mais simples, muitas das vezes unicelulares, são pedra basilar na regulação de ciclos como o do Carbono, Azoto e Fósforo. Se pensarmos apenas nos seres fitoplanctónicos (vulgarmente conhecidos por microalgas) e realizarmos que estes são responsáveis por aproximadamente metade da produção primária do planeta verificamos que é absolutamente incrível o contributo destes seres microscópicos para o equilíbrio do nosso ecossistema global. Um estudo recente conduzido por Daniel Boyce, publicado na revista &lt;a href="http://www.nature.com/nature/journal/v466/n7306/abs/nature09268.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; indica que o decréscimo de fitoplâncton à escala global faz-se sentir ao ritmo de 1% por ano e está intimamente relacionado com o aumento da temperatura da superfície do mar, o que tem implicações na biodiversidade e saúde ecológica dos Oceanos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Mas continuando a derivar pelo mundo do microscópio, se observarmos estes seres com atenção (agora não só fitoplâncton como também zooplâncton do qual fazem parte larvas de imensos animais), e aqui entramos no belo, deparamo-nos com autênticas obras de arte, que podem servir de inspiração a designers, artistas plásticos, autores de ficção científica, enfim…um sem número de opções. Inspirem-se visitando o site &lt;a href="http://www.planktonchronicles.org/en" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Plancton Chronicles&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, elejam os vossos preferidos e imaginem quanta beleza pode residir nalgumas gotas de água do mar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Simples, belos, importantes e frágeis, passa por nós, pelas nossas atitudes, ou pela mudança das mesmas proporcionar e contribuir para a alteração do panorama global. E se fizermos o paralelismo para o nosso dia-a-dia, são realmente as coisas simples que se refletem como mais importantes e nos proporcionam a verdadeira qualidade de vida, tornando-a mais bonita.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-08T00:00:17</issued>
    <title>Teia da Vida</title>
    <published>2011-12-02T11:50:46Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:50:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Os crocodilos têm uma função ecológica fundamental na manutenção do equilíbrio ecológico em regiões tropicais e subtropicais. Por serem predadores oportunistas, estes animais ajudam no controlo de populações de roedores e de animais doentes, assim como de potenciais doenças associadas à decomposição de animais.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-07T00:00:38</issued>
    <title>Facto ou Ficção</title>
    <published>2011-12-02T11:50:14Z</published>
    <updated>2012-05-07T13:14:37Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Os crocodilos podem ser encontrados em todo o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Resposta à afirmação do dia 2012/04/30&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in; font-weight: normal;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Facto. Embora as tartarugas sejam répteis, ou seja, a sua temperatura corporal depende na maioria das vezes da temperatura exterior, há certas tartarugas que possuem um anticongelante natural nas suas células que lhes permitem tolerar temperaturas de –7º C durante algumas semanas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-06T00:00:15</issued>
    <title>Ao Sabor da Corrente</title>
    <published>2011-12-06T14:43:06Z</published>
    <updated>2011-12-06T14:43:06Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;Quem vê caras?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Alguns mamíferos, como nós, são capazes de reconhecer diferentes formatos de rosto, diferenciando uma cara da outra. No entanto, nem todas as espécies têm esta capacidade, utilizando muitas vezes o sentido olfactivo no reconhecimento individual dos espécimes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Uma investigação recente, publicada na revista &lt;em&gt;Science&lt;/em&gt;, e desenvolvida por investigadores do Departamento de Ecologia e Biologia da Universidade do Michigan, demonstrou que uma espécie de vespa (&lt;a href="http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Polistes_fuscatus.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Polistes fuscatus&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;), também tem essa capacidade, conseguindo inclusive aprender a identificar imagens de rostos, mais rápido e com uma maior exatidão, do que outras imagens, uma conclusão interessante uma vez que as vespas e os mamíferos têm cérebros e olhos totalmente diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Esta capacidade de reconhecimento facial, parece ser uma especialização que se desenvolveu em espécies sociais, incluindo os seres humanos e esta espécie de vespa. Segundo estes investigadores, o reconhecimento facial poderá trazer benefícios para as colónias onde vivem.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-05T00:00:08</issued>
    <title>Impressão Digital</title>
    <published>2011-12-02T11:49:02Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:49:02Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;O único do seu género&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in; font-weight: normal;"&gt;O &lt;a href="http://www.arkive.org/gharial/gavialis-gangeticus/" target="_blank"&gt;gavial&lt;/a&gt; é um dos maiores crocodilianos (um grupo que também inclui os crocodilos e jacarés) com o focinho mais estreito de qualquer espécie. O seu nome comum deriva do apêndice bulboso nasal do macho adulto, que se assemelha a uma panela indiana chamada de “ghara”. Um olhar despercebido talvez considere que este apêndice bulboso nasal se assemelhe mais a uma bola de ténis...&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in; font-weight: normal;"&gt;A diferença na aparência física entre sexos (dimorfismo sexual) é exclusiva para esta espécie de crocodilo e é acentuada pelo maior tamanho do macho. Além disso, e ao contrário de outros crocodilianos, o gavial tem pernas relativamente fracas e, quando adulto, é incapaz de levantar o corpo acima do solo quando em terra.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-04T00:00:13</issued>
    <title>Os Números da Biologia</title>
    <published>2011-12-02T11:47:58Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:47:58Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;O maior de todos os répteis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A maior espécie de crocodilo é o crocodilo-de-água-salgada (&lt;a href="http://marinebio.org/species.asp?id=187" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Crocodylus porosus&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;), encontrado desde a Índia até o norte da Austrália e ilhas Fiji. Este crocodilo é o maior de todos os répteis e pode chegar aos 7 metros de comprimento e 1 tonelada de peso!&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-03T00:00:12</issued>
    <title>O DE do ZM Recomenda</title>
    <published>2011-12-02T11:46:11Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:46:11Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;A canção do dodo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;No tempo de Darwin, o estudo da biogeografia das ilhas foi a ciência que abriu as mentes Vitorianas para a maravilha da evolução. Hoje, com toda a paisagem natural no mundo a ser interrompida em fragmentos semelhantes a ilhas, é a ciência do perigo e da extinção. Este livro combina narrativa científica, histórica e viagens.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Da autoria de David Quammen, “&lt;a href="http://www.amazon.com/Song-Dodo-Island-Biogeography-Extinction/dp/0684827123" target="_blank"&gt;The Song of the Dodo: Island Biogeography in an Age of Extinction&lt;/a&gt;” descreve uma jornada de ilha em ilha à volta do mundo, de Madagáscar a Guam, onde o autor explora a razão pela qual a biogeografia das ilhas são tão importantes para conhecer a origem e extinção das espécies.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-02T00:00:23</issued>
    <title>Um Autor Convidado</title>
    <published>2012-05-02T10:52:02Z</published>
    <updated>2012-05-02T10:52:02Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;Pesca no prato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Ana Marta Costa, bióloga marinha&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A pesca artesanal e costeira é dos mais belos traços de cultura que um país pode ter. A temática da pesca é muito interessante e, a meu ver, a complexidade das suas políticas ainda mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A pesca tem um grande senão, os pescadores não são agricultores, o que retiram não conseguem repôr, “semear”. Os problemas da pesca em Portugal e no mundo são imensos, podemos dizer que há mesmo uma enorme rede de problemas: redes de arrasto, redes de tresmalho, épocas de defeso desadequadas, pesca industrial, intermediários gananciosos, sistemas de venda em lota que estipulam um valor máximo em vez de um valor mínimo, e muitos mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;O consumidor tem de assumir o seu papel, tem de pescar também a partir do seu prato. Entre muitas coisas, tem de questionar a origem do seu peixe, tem de saber a espécie que está a comer, tem de saber o seu estatuto de conservação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A feira de peixe sustentável &lt;a href="http://www.slowfood.it/slowfish" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Slow Fish&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; que faz parte do movimento &lt;em&gt;Slow Food&lt;/em&gt; e ocorre em Génova há alguns anos, é um evento que promove uma gastronomia baseada em produtos regionais e sazonais provenientes de pesca e aquicultura sustentáveis. A &lt;em&gt;Slow Fish&lt;/em&gt; tenta orientar os consumidores para as espécies menos procuradas mas de igual qualidade gastronómica (como a cavala, o doirado, o trombeteiro) e sensibilizar os consumidores para as espécies de peixe mais ameaçadas, onde a pressão da pesca é mais forte (atum rabilo, espadarte, peixes juvenis de várias espécies). Através de cozinheiros e de stands das empresas, os consumidores são educados através de numerosas actividades didácticas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Através das nossas escolhas, podemos influenciar toda uma cadeia de produção, podemos mesmo chegar até ao pescador e à sua espécie alvo. &lt;a href="http://www.escolheroseupeixe.eu" target="_blank"&gt;Comprar com consciência&lt;/a&gt;, ler a etiqueta do peixe congelado, procurar o nome da espécie de atum enlatado, preferir peixe fresco incentivando a pesca local são algumas coisas que podemos fazer de modo a evitar a sobrepesca de determinadas espécies.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;A pesca começa no seu prato. Bom proveito.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-01T00:00:16</issued>
    <title>Teia da Vida</title>
    <published>2011-12-02T11:45:10Z</published>
    <updated>2011-12-02T11:45:10Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;strong&gt;O palito com asas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;Um exemplo clássico de mutualismo é a relação entre o crocodilo-do-Nilo e de uma pequena ave africana. Neste caso, uma pequena ave arrisca, literalmente, entrar na boca do crocodilo que este abre ativamente para expor ao Sol ou, até mesmo, para deixar a ave “entrar”... Esta ave faz de palito ao crocodilo, removendo restos de alimento que se encontrem presos nos dentes, ganhando assim uma refeição “fácil”. O crocodilo, por sua vez, ganha com a remoção do alimento, contribuindo para a ausência de infecções na boca.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-30T00:00:42</issued>
    <title>Facto ou Ficção</title>
    <published>2011-11-29T16:09:16Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:09:16Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Há tartarugas que conseguem sobreviver a temperaturas de -7º C.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Resposta à afirmação do dia 2012/04/23&lt;/span&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Facto. As tartarugas marinhas, após a eclosão nas praias, utilizam a luz da Lua e a foto-fluorescência dos oceanos para encontrarem o caminho para a água.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-29T00:00:59</issued>
    <title>Ao Sabor da Corrente</title>
    <published>2011-11-29T16:08:25Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:08:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;&lt;strong&gt;Spa para Orcas...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Investigadores do NOAA (&lt;a href="http://www.noaa.gov/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;National Oceanic and Atmospheric Administration&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;), encontraram uma explicação para a rápida migração que algumas orcas (&lt;a href="http://marinebio.org/species.asp?id=84" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Orcinus orca&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;), residentes nas frias águas antárticas, realizam para águas quentes e tropicais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Segundo os autores, a viagem é realizada a grande velocidade e numa determinada direção, o que não é consistente com o padrão reprodutivo ou de alimentação. Estes acreditam que esta migração é essencial para que mudem a camada superior da epiderme, coberta por diatomáceas e algas que se foram acumulando no corpo enquanto nas águas mais quentes, evitando desta forma uma maior perda de calor corporal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Uma evidência desse fenómeno é o facto de, no início da viagem, a pele apresentar-se com uma coloração amarelada e, no regresso, essa coloração já não é visível, o que indica que essa camada foi renovada.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-28T00:00:05</issued>
    <title>Impressão Digital</title>
    <published>2011-11-29T16:06:19Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:06:19Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O cágado do mediterrâneo (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/158468/1" target="_blank"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;em&gt;Mauremys leprosa&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;) possuí uma coloração que pode ser vermelha-acastanhada ou verde azeitona, podendo os juvenis apresentar marcas laranjas e amarelas nas placas da carapaça. Esta espécie encontra-se distribuída pelo Mediterrâneo ocidental, havendo diferenças na coloração consoante a localização do seu habitat.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Estes cágados geralmente encontram-se em cursos de água de corrente fraca, lagos e até em águas salobras. Têm uma elevada tolerância a águas poluídas, podendo ser encontradas, inclusive, em esgotos. Durante as épocas mais frias podem hibernar e, nas alturas de maior calor, podem apresentar períodos de estivação, durante os quais se enterra no substrato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;São animais carnívoros que se alimentam de pequenos peixes, anfíbios, gastrópodes e insectos, embora possam também comer plantas aquáticas e detritos vegetais.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-27T00:00:18</issued>
    <title>Os Números da Biologia</title>
    <published>2011-11-29T16:05:03Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:05:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;De entre todos os testudines (grupo que engloba todas as tartarugas, marinhas e terrestres), as mandíbulas da tartaruga-aligator (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://animals.nationalgeographic.com/animals/reptiles/alligator-snapping-turtle/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;em&gt;Macrochelys temminckii&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;) são as que exercem mais força. Para além desta característica, esta espécie possui ainda um apêndice na língua, que se assemelha a uma minhoca, e que serve para atrair as suas presas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-26T00:00:56</issued>
    <title>O DE do ZM Recomenda</title>
    <published>2011-11-29T16:03:57Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:03:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;&lt;strong&gt;Charcos com vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;“&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;a href="http://www.charcoscomvida.org/" target="_blank"&gt;Charcos com Vida&lt;/a&gt;” pretende incentivar um conjunto de entidades, todas elas aderentes de forma pro-activa, a descobrir, valorizar e investigar os charcos e a sua biodiversidade. Este é um convite para a realização de atividades de exploração científica e pedagógica, que visem contribuir para o conhecimento da biodiversidade e importância destes habitats, assim como como sensibilizar e mobilizar a comunidade escolar e local para a preservação dos charcos enquanto reservatórios de biodiversidade e laboratórios vivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;O CIBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto) promove esta &lt;a href="http://www.charcoscomvida.org/" target="_blank"&gt;página electrónica&lt;/a&gt; através da sua unidade CIBIO-Div (Unidade de Divulgação e Comunicação de Ciência em Biodiversidade do CIBIO) com o intuito de melhorar a compreensão e apreciação pública pela biodiversidade.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-25T00:00:39</issued>
    <title>Um Autor Convidado</title>
    <published>2012-04-24T18:40:26Z</published>
    <updated>2012-04-24T18:40:26Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Arrepio em terra quente...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;João Neves, biólogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, tive o privilégio de integrar um programa de voluntariado em Moçambique... por si só, nada de novo acrescentarei às riquíssimas experiências que a crescente comunidade de voluntários lusos (e não só) já partilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha experiência terá, no entanto, sido um pouco diferente de tantos outros programas de voluntariado disponíveis e ávidos de ajuda naquele e em tantos outros países africanos. Fazendo jus às minhas convicções e formação académica, optei por não procurar um programa de voluntariado social, mas um programa dedicado à conservação da natureza. Neste, tive a oportunidade de partilhar com outros voluntários, investigadores e população local, a vontade e prazer de dedicar o meu tempo trabalhando num projecto de conservação de tubarões-baleia e mantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre experiências e ensinamentos que trouxe comigo, um gostaria de partilhar com os leitores deste blogue – a entrega e profunda dedicação que testemunhei de inúmeras pessoas que, prescindindo do seu tempo pessoal e (pouco) dinheiro, defendem, diária e convictamente, a causa da protecção dos tubarões como um recurso natural que merece e necessita de ser salvaguardado pelo seu valor intrínseco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendendo alongar o discurso, gostaria de partilhar um projecto local, feito com imenso carinho e convicção, de um grupo de mergulhadores locais (&lt;a href="http://www.bitongadivers.org/" target="_blank"&gt;bitonga divers&lt;/a&gt;) que, por sua iniciativa e convicção, procuram internacionalizar a mensagem da necessidade de educar para uma correcta visão do tubarão. Assim, e sem me alongar mais, desafio os leitores a investirem 54 minutos desfrutando da beleza, profundidade e, acima de tudo, genuinidade do documentário “&lt;a href="http://vimeo.com/17295966" target="_blank"&gt;Shiver&lt;/a&gt;”.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-24T00:00:53</issued>
    <title>Teia da Vida</title>
    <published>2011-11-29T16:02:39Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:02:39Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O alimento predominante da dieta das tartarugas-de-couro (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://marinebio.org/species.asp?id=287" target="_blank"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;em&gt;Dermochelys coriacea&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;) são as alforrecas. Há registos destas tartarugas consumirem cerca de 180 quilos de alforrecas por dia! O declínio nas populações das tartarugas-de-couro tem tido repercussões no controlo das populações das alforrecas que, por sua vez, têm vindo a aumentar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-04-23T00:00:51</issued>
    <title>Facto ou Ficção</title>
    <published>2011-11-29T16:01:39Z</published>
    <updated>2011-11-29T16:01:39Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;As crias das tartarugas marinhas utilizam a luz da Lua para encontrarem o caminho para o mar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Resposta à afirmação do dia 2012/04/16&lt;/span&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-PT"&gt;Ficção. Desde da antiguidade que os ovos das tartarugas marinhas são utilizados como fonte de alimento. Porém, foi na era moderna que esta prática se tornou insustentável, aliada a outras ameaças como o uso de redes de pesca, derrames de petróleo, etc. Estas ameaças levaram a que as 7 espécies de tartarugas marinhas atualmente existentes se encontrem todas ameaçadas de extinção.&lt;/p&gt;</content>
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